About the game
History
Carlos Fernando Garcia, nicknamed el Diablo Bigotudo or simply el Bigotudo (“The Moustached”), a former Intelligence Service agent, and today a seasoned serviceman, is an ordinary city dweller who often spent evenings in a local bar, listening to the chatter of visitors, abusing drinks.
This evening was the same as yesterday, after staying up late and getting pretty drunk, Carlos, getting ready to go out, heard a strange speech from the bartender that Moon is a spaceship! In fact, Moustached today heard incredible conversations in the crowd of guests, that the moon was covered by an alien ship, or that the moon was it, but he did not pay much attention to it. Muttering something towards the waiter, Carlos moved towards the door exiting the bar…
That’s all he remembered. The first thing I felt was an unbearable headache. You couldn’t get so drunk. Slowly opening his eyes and looking around, he noted that the room was quite humid and completely different from the motel room in which he lived. The dim panel illuminated a small windowless room with one massive staircase. Most of all, the room resembled a storage room. Thoughts were confused in my head, fear and coldness on my skin were driven by an approaching sound, more like the patter of steps…
In the game you need to find a way home, or just survive, maybe even without returning… Yes, this can happen, there are several endings in the game, depending on the quality of the passage of the main plot, what it will ultimately be depends on you.
It’s time to figure it all out and apply your skills!
Controls
The game supports keyboard and Kempston joystick controls.
Initially the keys are set as follows:
Q – Move up the stairs / Enter the elevator / Move up the elevator / Control the console / Talk to a friendly clam
A – Move down the stairs / Move down the elevator / Control in the Remote Control
O – Move left / Exit the elevator / Control in the Remote Control
P – Move to the right / Exit the elevator / Control in the Remote Control
SPACE – Jump / Remote Control
S + O – Selecting an item in the inventory
S + P – Selecting an item in the inventory
S – Switch levers / Control in the Remote / Pause (long press for about 3 seconds)
ENTER – Using an Item / Disconnecting from the Remote Control
You can redefine the keys before starting the game.
Authors
Plot, graphics, music, code:
– Romancha
Code, game engine:
– Jerry
Intro/Outro music:
– Remixed by MmcM
Thanks to
Tester:
–Shadow Maker
Translation of the manual into Spanish:
– Oscar Martin Garcia
Файлы для скачивания
EL BIGOTUDE 1.4 ALL
Полная версияSystem requirements
EL BIGOTUDO
"Be careful and twirled your mustache!"
v 1.4
Updated at: 16.04.2024
Authors
Players' reviews (6)
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Очень спектрумовский подход - наворотить интриг и загадок, ничего не объяснять, но дать игроку самому разобраться со всем методом проб и ошибок. Как ни странно, но именно так получаются максимальное вовлечение и атмосферность: хочется пробовать проходить ещё и ещё, составлять карту, искать разгадки головоломок. Очень качественная игра.
Даже учитывая то, что это совершенно не мой жанр, могу дать игрушке только высочайшую оценку. Уже нет смысла повторять написанное в других отзывах про графику, звук и вообще. Хочется отметить, что приятно даже просто двигать спрайты и наблюдать как оно всё ловко и красиво шевелится, отзывчиво. За игры подобного уровня можно запросто ставить цену втрое выше - совершенно не жалко за такую замечательную работу, которая без сомнения является украшением мира игр для zx spectrum. Отдельно отмечу титульный музыкальный трек. Несмотря на то, что он довольно коротенький, тема очень цепляет. Маленький сын с удовольствием танцует под эту музыку. Авторам большое спасибо! Жгите ещё!
Удивительно симпатичная и интересная игруха, по сравнению с тоннами казуалок, которые только тратят ваше время, выжигая дофамин. Тут же есть всё, что нужно требовательному ретрофилу: и классический "спектрумский" графоний, и дух исследования, и крутейшая музыка под AY, совмещённая со звуками окружения! Плавность анимации просто впечатляет. Однозначно, игра заслуживает высшей оценки и я бы рекомендовал каждому обязательно иметь её в своей коллекции. Спасибо авторам за труд, давайте вторую часть :))
Full review here at Planeta Sinclair: https://planetasinclair.blogspot.com/2024/04/el-bigotudo.html Quem andava com saudades dos jogos vindos do outro lado da cortina de ferro, tem agora motivos para deliciar-se com o novo trabalho de Romancha (White Jaguar) e companhia. E vamos ser sinceros, é o melhor jogo que vemos em muitos, muitos meses (talvez anos). Atrevemo-nos a dizer que supera mesmo Seraphima, Wonderful Dizzy ou Marsmare: Alienation, três dos melhores jogos que saíram nos últimos tempos. E falamos nesses três, porque duma forma ou doutra, têm semelhanças com El Bigotudo. Se por acaso são daqueles que dizem que tudo o que se faz hoje em dia não chega aos calcanhares dos anos 80 (nesse caso não sabem o que têm vindo a perder), poderemos referir mais dois jogos que também vêm à memória: Dan Dare e V, este último pelos muitos quebra-cabeças que vão encontrar durante esta aventura. Da história do jogo já aqui falámos, além de que a página dos criadores tem a história e as instruções com maior detalhe, devidamente acompanhados de um curto, mas magnífico manual. Quando o folheamos pela primeira vez, ficamos quase na mesma. Isso não se deve a uma falha da equipa programadora, que desenvolveu um jogo magnífico e depois já não teve tempo (ou dinheiro) para elaborar um manual detalhado. Não, isso é totalmente propositado, pois a ideia é irmos explorando o jogo e desvendando os seus muitos segredos, dando o manual apenas algumas pistas. E só depois de muito explorarmos os corredores desta base alienígena, começamos a apreender na totalidade os esquemas que constam no manual. Ou talvez não, pois alguns são quase tão indecifráveis como os códigos de V ou Captain Blood. O cuidado dos programadores neste lançamento estende-se à intro, a qual temos possibilidade de ver assim que carregamos El Bigotudo. Dá logo um cheirinho daquilo que vamos encontrar e apresenta-nos o herói desta aventura, um beberrão inveterado, que entorna cervejas e whisky, como as pessoas normais bebem água. Mas apesar disso, é valente, e mesmo tendo sido metido à força pelos alienígenas na sua base, vai fazer de tudo para regressar a casa. A propósito, o jogo tem vários finais e mesmo depois de o terminarmos, as surpresas não cessam... Mas comecemos do início. Acordamos então na base alienígena, composta por cinco níveis ligados por um elevador, que além de servir de transporte, é também um local muito útil para nos escondermos dos robôs que patrulham os corredores. Há-os de várias formas e feitios, alguns são apenas zombies, que não ofereceriam perigo por ai além, não fossem aos magotes. Temos sempre a possibilidade de nos disfarçarmos de zombi, para isso vestindo a máscara que um indigente troca connosco, se lhe oferecemos o que ele pede. Esses são fáceis de identificar, normalmente estão encostados a um canto, com ar de quem estiveram a fazer companhia ao nosso herói nos copos. Além disso, normalmente pedem objectos a condizer, como tabaco ou facas. Mas dão-nos sempre algo muito útil em troca. Mais chatinhos são os robôs, que periodicamente e se sentem a nossa presença, disparam. Além de serem de maiores dimensões que os zombies, e por isso mais difíceis de serem ultrapassados com um salto, patrulham normalmente pontos que têm armadilhas nas quais podemos cair, duplicando o perigo. Mas nada que três tiros bem dados não resolva, pressupondo que encontramos a arma e as balas. Nos pisos inferiores existem ainda os guardiões robotizados, que disparam assim que entramos no seu raio de acção. Para esses, temos que estudar muito bem o caminho que fazem, por forma a evitá-los (a nossa arma nada pode contra eles). Junta-se a este rol de monstruosidades, seres viscosos que se agarram aos tectos e caem quando menos se espera, engenheiros informáticos (no último andar) que deveremos saltar (não convém desperdiçar balas com estes), e ainda robôs com periscópio que se encontram no satélite, ao qual podemos aceder se encontrarmos um capacete e conseguirmos activar o elevador. Poder-se-ia pensar que os inimigos e os muitos obstáculos que povoam os corredores são o nosso principal problema. Longe disso, pois ao final de algum tempo, já sabemos como contornar todos os perigos. O principal problema está nos muitos quebra-cabeças que vamos encontrando ao longo da aventura. E se para alguns, são dadas pistas ou até são problemas bem conhecidos das pessoas, como o da primeira imagem, no qual temos que conseguir dividir o liquido entre dois contentores, outros são menos óbvios, nomeadamente o do gerador de quantum, responsável por activar ou desactivar certas partes da base. Neste caso, só com a experiência e muitas tentativas conseguiremos perceber como aquilo funciona (e já agora, qual a sua utilidade). Outra dificuldade, pelo menos até encontrarmos a forma de a resolver, tornando-se depois uma boa ajuda, são os inúmeros atalhos que se encontram na base. Alguns são óbvios, pelo menos depois de os conseguirmos desvendar. Mas outros estão bem escondidos, e só por tentativa e erro é que damos com eles. Um conselho: experimentem tudo em todos os locais. Por vezes poderão ficar surpreendidos com as portas de cavalo que vão encontrar. Deixamos também uma nota: é possível ficar-se bloqueado no jogo, entrando por um atalho e indo parar a uma sala sem retorno, e onde todas as portas se encontram bloqueadas (no painel de controle no nível 3 tínhamos bloqueado precisamente as portas). Mas é apenas um pequeno pormenor. A par de uma jogabilidade fantástica e de quebra cabeças extremamente inteligentes, e que nos irão tomar muitas horas até os conseguirmos resolver, os cenários são também magníficos. A profusão de cores é assombrosa, não existindo nem um pouco de color clash, no entanto, não se perdendo a sensação que estamos perante um jogo do ZX Spectrum. Graficamente, como no resto, atinge a excelência, e o som alinha pelo mesmo diapasão. A equipa programadora não descurou um único pormenor e por vezes paramos e limitamo-nos a ficar apenas a ver, deslumbrados, os cenários que se desenrolam à nossa frente. El Bigotudo é uma obra-prima do ZX Spectrum, entrando directamente para a restrita galeria dos melhores jogos de sempre. É totalmente absorvente e viciante, e podemos garantir que quem o experimentar, não vai descansar enquanto não chegar ao fim. Sem dúvida alguma, é o jogo do ano até agora, e só não arriscamos a dizer que vai ser o principal candidato ao GOTY, porque até final do ano vamos ter algumas surpresas bem saborosas e que ainda estão no segredo dos deuses (a nossa boca é um túmulo). O jogo tem um custo de 3 euros. O que podemos dizer é que é uma pechincha. Há muito tempo que não dávamos por tão bem empregue dinheiro com um jogo...
Офигенная игра. Интересная. Но не простая. Даже имея прямые руки (а не как у меня), пробежать по-быстренькому вряд ли получится. Придется побродить, подумать, порешать головоломки. Игровой процесс затягивает. Понравилось еще то, что в игре практически отсутствует текст (в самом игровом процессе), NPC говорят нам о том, что им нужно, с помощью иконок предметов. Подобную фичу припоминаю почему-то только в Terramex. Отдельно порадовало оформление мануала: красивый, разноцветный и... запутанный :) В общем, ждал игру (так как играл в предыдущие игры авторов), дождался и не разочаровался! За плечами почти 12 часов игры, но пока получена только сааааамая плохая из возможных концовок. Будем бродить дальше!









